Pesquisa divulgada a três dias da eleição mostra diferença de dois pontos entre os dois principais candidatos ao Governo do Estado
A nova pesquisa Datafolha sobre a disputa pelo Governo de Pernambuco mostra a governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) com 46% das intenções de voto, enquanto o ex-prefeito do Recife João Campos (PSB) aparece com 44%. O levantamento foi divulgado nesta quinta-feira (1º), três dias antes do primeiro turno.
Considerando a margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos, os números colocam os dois candidatos em situação de empate técnico.
Na comparação com a pesquisa anterior, divulgada em 24 de setembro, Raquel Lyra passou de 48% para 46%. João Campos permaneceu com 44%. Ivan Moraes (PSOL) aparece com 2%, enquanto Renan Hallais (Missão) registra 1%. Professora Camila (UP), Victor Assis (PCO) e Guilherme Fonseca (PSTU) não pontuaram.
Brancos, nulos ou eleitores que afirmaram não escolher nenhum dos candidatos somam 4%. Outros 3% ainda não decidiram o voto.
Votos válidos
Quando são considerados apenas os votos válidos, excluindo brancos, nulos e indecisos, Raquel Lyra aparece com 50%, enquanto João Campos tem 47%. Ivan Moraes registra 2% e Renan Hallais, 1%.
No levantamento anterior, Raquel tinha 51% dos votos válidos e João Campos aparecia com 46%.
Segundo turno
O Datafolha também simulou uma eventual disputa de segundo turno entre Raquel Lyra e João Campos. Nesse cenário, a governadora aparece com 50% das intenções de voto, contra 46% do ex-prefeito do Recife. Brancos e nulos somam 3%, enquanto 1% dos entrevistados permanece indeciso.
Metodologia
A pesquisa ouviu 1.204 eleitores de Pernambuco, distribuídos em 48 municípios, entre os dias 28 de setembro e 1º de outubro de 2026. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
O levantamento foi contratado pela TV Globo e pelo jornal Folha de S.Paulo e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número PE-06822/2026.
Os resultados representam as intenções de voto dos entrevistados no período da pesquisa e não constituem uma previsão do resultado eleitoral.

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