Pesquisa divulgada a três dias da votação mostra os dois principais candidatos dentro do limite da margem de erro
A nova pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (1º) mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 42% das intenções de voto para o primeiro turno da eleição presidencial. O senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 38%. A diferença de quatro pontos percentuais está no limite da margem de erro do levantamento, que é de dois pontos para mais ou para menos.
Na comparação com a pesquisa anterior, divulgada em 24 de setembro, Lula passou de 40% para 42%, enquanto Flávio Bolsonaro avançou de 36% para 38%. As duas variações estão dentro da margem de erro da pesquisa.
Na sequência aparecem o escritor Augusto Cury (Avante), com 4%; Ronaldo Caiado (PSD), com 3%; e Renan Santos (Missão), também com 3%. Romeu Zema (Novo), Samara Martins (UP) e Wilson Grassi (Democrata) registram 1% cada. Outros candidatos não chegaram a 1%.
Brancos, nulos e eleitores que não pretendem escolher nenhum dos candidatos somam 5%, enquanto 2% dos entrevistados ainda não sabem em quem votar.
Cenário de segundo turno
O Datafolha também testou uma eventual disputa de segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro. Nesse cenário, Lula aparece com 48% das intenções de voto, enquanto Flávio registra 45%. Os números também estão dentro da margem de erro de dois pontos percentuais.
Em outras simulações de segundo turno, o levantamento apresentou Lula com 48% contra 42% de Ronaldo Caiado; 49% contra 40% de Romeu Zema; 48% contra 39% de Renan Santos; e 47% contra 42% de Augusto Cury.
Metodologia
O levantamento foi contratado pela Folha de S.Paulo e pela TV Globo e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-08039/2026. O Datafolha entrevistou eleitores entre o fim de setembro e o dia 1º de outubro. As fontes consultadas divergem quanto ao número exato de entrevistas — 2.002 ou 2.506 —, embora concordem na margem de erro de dois pontos percentuais e no nível de confiança de 95%.
A pesquisa representa as intenções de voto no período em que as entrevistas foram realizadas e não constitui uma previsão do resultado das urnas.

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