Estado teve o maior saldo de empregos do Nordeste e ficou na terceira posição entre as unidades da Federação
Pernambuco encerrou agosto com 13.428 novos empregos com carteira assinada, segundo dados do Novo Caged, divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego. O resultado colocou o estado na liderança da geração de empregos formais no Nordeste e na terceira colocação entre os estados brasileiros.
No ranking nacional, Pernambuco ficou atrás apenas de São Paulo, que abriu 42.533 vagas, e do Rio de Janeiro, com 20.886 novos postos.
O saldo pernambucano foi resultado de 67.513 admissões e 54.085 desligamentos durante o mês. Todos os cinco principais setores da economia apresentaram resultado positivo.
Os serviços lideraram a criação de postos, com 4.393 vagas. Em seguida aparecem a indústria, com 3.296, a agropecuária, com 2.981, a construção, com 1.824, e o comércio, responsável por 934 novos empregos.
O salário médio das novas contratações em Pernambuco ficou em R$ 2.103,89, alta de 1,64% em relação ao registrado em julho.
Resultado acumulado
Entre janeiro e agosto, Pernambuco acumulou 36.874 novos empregos formais. O setor de serviços concentrou a maior parte desse crescimento, com 26.769 postos, equivalente a 72,6% do saldo estadual no período.
Considerando os 12 meses encerrados em agosto, foram criados 63.587 empregos com carteira assinada no estado.
Recife concentra parte das vagas
A capital pernambucana também apresentou saldo positivo em agosto, com a criação de 3.424 empregos formais.
O setor de serviços respondeu por 2.524 dessas vagas. A construção civil veio na sequência, com 696 postos, enquanto o comércio gerou 184 e a agropecuária, 26.
No acumulado dos oito primeiros meses de 2026, Recife chegou a 16.427 novos empregos formais, número que corresponde a 44,5% das vagas criadas em Pernambuco no período.
O Novo Caged reúne informações sobre o mercado de trabalho formal a partir de dados do eSocial, do próprio Caged e do Empregador Web. Em agosto, o Brasil registrou 165.827 novos postos de trabalho, elevando para 1,13 milhão o número de empregos formais criados no país entre janeiro e agosto.

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